quinta-feira, 13 de maio de 2010

passou...

um momento, ela.

Ela era quase uma flor,
era quase uma boneca
de pele alva, mas transmitia fervor.

Ela era quase uma fada,
um ser místico
encantador.

Ela era quase um ser humano
ao meu ver era perfeita,
era o meu amor.

Um amor assim, de flor...
Calmo, sem pressa de acontecer
que no beijo inundava sensações...
que fazia galopar os corações
mas em um abraço se fazia calmaria, era a plenitude...
um sentimento assim, não acontece novamente...

Ela era minha, meu amor
e dentro do meu meu peito
continuar a pulsar sua existência .

segunda-feira, 29 de março de 2010

Que o espelho do mar me leve esse amor sem fim...leva meu coração

Ando me sentido tão sozinha,às vezes a solidão é a melhor amiga que se tem.
Eu não tenho problema com ela,fico bem sozinha, mas bem não é o mesmo que estar feliz.
Sinto-me mais só do que de costume, até devido ao fato de que antes ao olhar para dentro de mim
eu via todos os meus pedaços, hoje, eu olho e me vejo cheia de buracos. Ao partir, ela levou tanto de mim, partes até que eu nem sabia que existia. E duraram por pouco mais de um ano, hoje, me vejo sem elas novamente.
Eu era mais humana do que ser, fui um pouco mais emoção do que razão, mais sorriso do que lágrimas, mais plural que singular, fui mais dueto do que solidão.
Hoje, depois de quase três meses, me pego procurando você em outras pessoas, mas não tive a coragem, nem mesmo, de saber se essas outras pessoas tinham o beijo parecido com o seu. Até mesmo por saber que, ninguém terá nem mesmo semelhança com o seu olhar.


segunda-feira, 8 de março de 2010

l'amour

Como uma rosa,
intrigante,
linda e perfumosa.

Uma pétala sobre a outra
e no miolo, segredo,
um mistério a desvendar.

Linda alma,
encantadora.
Um lindo corpo,
sedutora.
Um mágico coração,
acolhedora.
A força de um trovão,
protetora.

Para o mundo apenas com o olhar
diversas formas,
fezendo o universo se encantar.

Como uma lotus
traz paz
e tranquilidade.
Como um lírio
desafia o amor.
Como um cactos
possui espinhos,
mas sempre deixa brotar a flor.

Na antiguidade à modernidade retratada como Deusa
e o povo a venerar,
suspiros, volúpia
de um peito
que pela mulher foi se apaixonar. (Helia L. Oliveira - Volk.)

A todas as mulheres, um feliz dia, pois é mais que merecido.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Retirando a poeira e...

as teias de aranha que cá se fizeram.
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Essa semana, volto a postar o conto, outras estórias estão sendo escritas também, espero voltar mais frequente aqui ao blog.
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Para ela:

Hoje, já não sei se acredito outra vez no amor...
não é despeito meu, ou arrependimento, ou trauma, nada assim.
Só acho que, não possa existir esse sentimento aos seres humanos, ou a maioria deles.

Hoje, acho que acredito de verdade no amor...
não que eu esteja amando, ou apaixonada, ou encantada.
Só acho que, a vida sem ele os seres humanos não seriam humanos.
Hoje, para mim, o amor é algo passageiro, coisa de momento...
não que eu viva apressada, correndo, de um lado para o outro
Só acho que, se o amor criasse raizes e fosse eterno, seria intediante, nó mínimo.

Hoje, na verdade eu só queria ela aqui,
poder dizer que eu não sei o que sinto ao certo, ou sei: é amor.
Só acho que, não é esse amor de estória, televisão ou invenção.

É o amor que nasceu e floresceu em meu coração.

por: Volk

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Quente!! V

Cá estou, para revelar os acontecidos, desculpem a demora, coisas aconteceram. Mas agora, torno a contar o que se passou na estória.

Continuando...
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Decorreu o dia, imaginação à rolar. Afinal, como ir vê-la se no recinto, como era de norma na época, só se entravam em cabarés, homens e, a maioria da corte ou de posses. Em algumas até tinham exceção e permitiam a entrada de mulheres sim, mas estas deveriam estar acompanhadas de seus maridos. Pois este não era o caso de Antonella, já que era uma mulher solteira e um tanto conhecida por Paris. Foi então que lhe remeteu a ideia...

O dia já vem se passando, minha angustia só faz aumentar. Hoje vou vê-la, prometi a mim mesma que faria isso, que arriscaria. Não dá mais para segurar, preciso de uma vez dizer a tão formosa moça, o quanto ela mexe comigo, o quanto de fato, realmente à amo.
Foi então, que me surgiu a ideia : Me vestirei de homem, por que não?! Colocarei tudo o que tem direito, até mesmo bigodes. Pois é isto o que farei, não tenho outra saída.
Ligarei a uma amigo de teatro, certamente ele terá as roupas de que preciso e me ajudará na caracterização. Ele é bom, não me fará muitas perguntas. As poucas que fizer, poderei invertar respostas sem medo de sua reação, ou maiores desconfianças.
Minutos logo depois de eu ter ligado, ele me chega, trazendo : terno, gravata a borboleta, lenço, sapatos, cinstos, uma peruca e um bigode. Em pouco passar de horas, já estava eu pronta, um perfeito 'Monssié' , até mesmo o meu cheiro havia mudado, tinha agora uma fragância mais forte e robusta, diria eu.
Me olhei no espelho, era engraçado e um tanto medonho. Estava irreconhecível. Fui até a janela, olhei a cidade em volta, o perfume do ar e, então, me enchi de coragem. Metade do plano já está feito, é só esperar mais dois passos de hora e logo, irei ao encontra da minha dançarina.
Passadas horas e tomada de coragem, fui. Pela primeira vez eu entraria e veria de perto tão beleza que há tempos fico de longe a admirar.
Entrei sem problema algum, me acomodei em uma mesa, não muito perto, não muito longe do palco. De pronto, um rapaizinho muito simpático veio ao meu encontro, pergunto se eu desejava alguma coisa. Olhei ao redor, disfarçando a voz, pedi uma dose de wiski e nada mais.
Bem, eu teria que me disfarçar por inteiro.
Garotas , foram brotando por todos os cantos, de todos os tipos. Duas, se sentaram a minha mesa... Carinhos, olhares, provocações. Porém nenhuma me intressou, eu queria ela. Somente ela. Então pedi as duas donzelas, que por gentileza se retirassem de minha mesa. Elas, não muito contentes assim fizeram.
Foi então, anunciada a tão esperada apresentação da noite : LOLA! O mundo parecia ter parado, em magia, ela entrou. Lindamente bela, trajando um lindo vestido vermelho. Ela vem, toda delicada, como se flutuasse, porém volupítuosa, cheia de sí. Mas algo em tão maravilhosa visão um tanto me chateou, seu sorriso, não era verdadeiro.
Bem, sua apresentação durou em média uma hora e alguns mais minutos. Teve todo o cumprimento pós dança. E o que me pareceu ser o dono de tudo, foi até o microfone e anunciára : Hoje, especialmente hoje, o Lorde que mais pagar, terá uma linda noite de prazer com nosso diamante raro, a mais amada de todas, a mais desejada : Lola!
Logo dedos e gritos apareceram, e foram jogados ao ar. Um leilã, quem dá mais, quem dá mais. Eu vendo minha chance ir embora, também me pus a gritar.
Por uma grande quantia, consegui o que queria. Não passar um noite com Lola, mas livrá-la de qualquer ser repugnante que pudesse ficar com ela.
Festejos e celebrações, alguns rumores. Paguei ao tal senhor e fui ao encontro dela.
Ela, não parecia contente, tinha medo também e um certo receio. Beijou-me a face, e em seguida abaixou a cabeça, me guiou até o quarto, que ficava na parte superior ao salão.
Abriu a porta do quarto, entrou, sem pensar duas vezes, mandou-me deitar e foi se despindo, antes mesmo de eu chegar perto da cama.
Por um instante, queria correr até aquela linda boneca de porcelana, tirar-lhe toda a roupa, dizer que ela seria só minha e fazer com que ela tivesse a melhor noite de todas. Porém estaria aginda como louca, não estaria fazendo-a feliz. Logo retomei os sentidos e disse: Não! Não faça isso, não precisa, não quero lhe obrigar a nada.
Ela então me olhou assustada, mas um tanto aliviada também. E disse que eu paguei por isso, então tinha por fim, que fazer.
Eu respondi dizendo que paguei por uma noite de prazer. E somento o fato de estar perto dela, olhando em seus olhos, já me enchia de um enorme prazer, nunca antes sentido.
Lola então me disse que eu era diferente, que não parecia com os outros. Sentou-se na cama e sorriu.
Tinha a mais doce voz que eu já escutára na vida. Era linda por inteiro. Tudo era maravilho em sua pessoa.
Eu então, me apresentei, não como homem, mas como mulher. Tirando peça por peça. Deixando-a me ver, como realmente sou.
Suas expressões não muito me agradavam, a cada passo que eu me revelava, Lola ia se assustando, achando tudo muito estranho. Também pudera, eu acharia estranho, eu estava achando tudo muito estranho, maluquice mesmo.
Termindo de me despir, olhando para aquele olhar de quem não está compreendendo a situação. Mais uma vez, respirei e tomei coragem. Comecei a contar toda a história. O que vinha eu fazendo ao longo do tempo.
Lola parecia não acreditar em minhas palavras. Levantava-se , sentáva-se novamente, andava de um lado ao outro, rodava a cama, fazia negações com a cabeça. Mas em momentos deixava escapar lindos sorrisos, chamamentos de louca e até mesmo um "fofa".
Ao termino de toda minha explicação ela se pronunciou : Realmente Senhorita, deves muito gostar de mim, para pagar o tanto que pagou, somente para poder estar perto de minha pessoa. Isso muito me felicitou. Mas não sou assim, minha vida nunca foi assim...
_Sabe, aquí dentro, bate um coração que busca um príncipe encantado. Eu acredito no amor.
Foi então que pedi : Deixe-me mostrar que realmente ele existe, e podemos ser felizes juntas. Deixe-me tirar dessa vida, prometo lhe fazer a mulher mais feliz do mundo. Você só tem que dizer sim, que aceitar.
Ela diz que não é tão simples assim. Afinal estava assustada, mas... Coisas poderiam acontecer, ela estava confusa demais.
Passamos a noite conversando, ela me contou toda sua vida e seu verdadeiro nome : Pietra. Eu contei minha vida, logo, riamos , eramos duas amigas de longas datas. Abrimos o vinho e assim foi se passando a noite.
Deitamos na cama, ainda conversando, porém já um tanto tontas, ela já sonolenta, se apoiou em mim, eu ajeitei meu corpo para que pudesse receber o dela em repouso.
Logo, estava com a cabeça repousada em meus seios, minhas mãos, afagavam tão macio cabelo. Sua face era tão alva e linda.
A noite terminou assim, regada a vinho, nossos corpos com pouquíssimas vestes, colados um ao outro e os corações, pulssando juntos.

Continua...


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

enfim...

17 anos!!

Continuo a interromper a série : Quente!
mas precisava desabafar, pois parecia que estava a séculos com 16 anos, mas hoje, mudou, enfim 17anos. Até ficou algo bem numerológico : 17 anos, no dia 17/09/09.

ps.: coisa inútil, para variar.
Logo, volto a série...Quente! rs (trocadilhozinho,visse)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Quente!! IV

Interrompendo a série : Foi sem querer!
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Volto eu aquí, depois de um certo tempo, não vou contar dia pós dia .Creio já ter virado um habito meu, acho que rabisco estes manuecritos para me sentir mais próxima á ela, ou para acreditar estar vivendo um amor, amor que sonho em vive.

A chuva finalmente havia parado, as nuvens começavam a se dispersarem. Um sorriso en neys lábios se abriu. Decidi , tomei a coragem que me faltava. Ia ao encontro de minha Lola, por que eu estaria com medo de simplismente vê-la?! Que coisa sem nexo, afinal eu apenas ficaria a adimirar aquela tão bela Senhorita.
Arrimei-me de forma qual parecia ir ao maior encontro de minha vida. Até gargalhei ao me ver diante ao espelho. Disse comigo mesma: "Mademoiselle Antonella, onde vas tão apeçoada, cheirando a romance, perfumada á rosas, parece até mesmo que se prepara para um casamento, um encontro delicioso e cheio de segundas intenções.".
Sinceramente, no fundo de meu coração tinha sim tal desejo e pensamento. Ter de fato um real encontro com aqueça linda moça. Terminei de me arrumar, batom vermelho, como sempre de costume usava, e por fim, o toque finalle, meu perfume, qual não vivo sem, rs.
Peguei meu sobretudo e saí. A noite estava um tanto friazinha, a noite não estava para romances, a lua não aparecia. Paris, só tinha uma única estrela no céu, durante a noite, foi então que ao olhar pequeno brilhante iluminar tão grandioso infinito, fiz um pedido: "Mon destino, peço-lhe que inclua em meu futuro próximo uma bela Senhorita, qual tem feito de meus momentos, lindamente mágicos, sem nem mesmo ter me conhecido ainda."
Continuei meu caminho, com tal clichê , caminho à felicidade, minha e de muitos outros homens deste lugar. Logo cheguei. Por soter minha, a cortina daquela mesma janela continuava torta e com uma falha, por onde exergava a maior maravilha que já existiu no mundo inteiro.
Cheguei alguns minutos antes de começar a apresentação, devia ter sido a ansiedade. Em pouco tempo pós, lá estava ela. Lina, divinamente belíssima. Dançava como nunca( afinal o que falo, era somente a segunda vez que a via dançando), eu, sentia-me flutuando na mais linda sensação já vivida. Só colequei os pés sobre o chão ao ver um 'Bronco', subir ao palgo e agarrá-la. Movimentei-me involuntariamente, como se fosse entrar em tal lugar e, arrancar tal ser de cima de meu anjo. Mas logo o fizeram, talvez isso ocorrece com frequência, ou esporadicamente, mas devia ocorrer. Porém, a apresentação de imediato acabou e, minha Flor tinha um expressão assustada sobre a face.
Ainda fiquei alí por algum tempo. Pensei em esperá-la sair, verificar como estava, se estava de fato bem, queria lhe abraçar, dar meu coloco. Mostrar que gosto dela e, que ficar ao meu lado, isso jamais tornaria a acontecer.
Porém, desisti, voltei a minha casa. Um misto de tristeza e desapontamente sentia de mim mesma, além da perocupação com minha frágil Senhorita. Troquei-me e tentei dormir, mas por horas postas, meus pensamentos voavam longe de meus aposentos.
Minha rotina mudou , durante toda semana passei a ir para o tal lugar, sim, era uma espécie de cabaré. As moças dançavam e dançavam, algumas como em qualquer outro, faziam algo mais. Essa rontina minha, completa hoje um mês, parece loucura minha, ir vê-la mas ainda não tive a coragem de falar com ela.
Foi então, durante a tarde de hoje, tomei a decisão : Essa noite vou contar tudo à ela(isso me parece mais loucura ainda), vou colocar as cartas sobre a mesa. Vigorar o que tiver de vigorar, poís já não mais aguento amar calada.


Bem, paro por aquí. Não descrevi os dias durante esse mês, talvez, perdece eu, muito tempo, ficaria falando as mesmas coisas sempre, causaria repetição demaseada. Como hoje tomei coragem, ansiosa estou para a noite chegar, desta vez não ficarei somente ao lado de fora. Vou contar. A próxima vez que manuescrever algo, será para registrar o real encontro.

por : Volk Ad'avlis.